
Pois se alguém ainda duvidava (e havia muitos) ou simplesmente não acompanhava o mercado digital, os palestrantes do IV Fórum de Internet Corporativa trataram de encerrar mais um dos mitos que cercam a internet: o de que a classe C não utiliza este meio.
Gráficos, dados e análises demonstraram à platéia o vigoroso avanço da classe C nas estatísticas de acesso – e de consumo – da internet brasileira. Coisa que a imprensa já vinha noticiando há algum tempo, como aqui, aqui, aqui e aqui, por exemplo. (teve também uma matéria muito legal, mostrando as lan-houses nas favelas, na revista Meio Digital, do Meio&Mensagem, mas não achei o link pra botar aqui…).
O fato é que este cenário tem mostrado seus reflexos no mosaico do e-commerce nacional, com algumas das grandes redes varejistas que ainda estavam de fora dessa, correndo pra entrar. A Wal-Mart, por exemplo, recém “inaugurou” seu site de vendas on-line, com um singelo investimento de R$ 25 milhões.
Correm pela raia de fora, ainda, nomes de peso, como o Carrefour e Casas Bahia (o último bastião!), tendo a tarefa de alcançar Pão de Açúcar, Americanas, Colombo, Ponto Frio e Magazine Luiza, que já têm vendas pela internet há tempos…


